Hoje me reconecto com estas linhas que durante um tempo se fizeram de confessionário, ou algo parecido. Fiquei anos preso ao formato, tentando criar algo além de meras memórias, como poesias e afins. Percebi que ao longo do tempo virou uma salada cultural em que horas expunha um cotidiano insólito e na maioria das vezes desinteressante, hora viajava na maionese com direito a textos praticamente inteligíveis. E agora quero voltar a um formato único em que mergulho em profundas reflexões sobre a vida em si. Reflexões que faço cotidianamente e vou lapidando com o objetivo claro e conciso de ser melhor... principalmente melhor escritor, e acima de tudo, melhor fotógrafo, artes que no alto dos meus 46 anos de vida quero me dedicar, e tornar meus trabalhos. Como podem perceber a escrita está longe disso, enquanto as fotos, essas sim estão engatilhando com mais facilidade, com uma certa bagagem inclusive. Mas e eu nisso tudo? Como um ser que anseia mudanças e as provoca no seu âmag...
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